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Ruiva de Olhos Verdes

Ruiva de Olhos Verdes

Rei

Depois da última semana em que festejamos a tua primeira entrada nas comemorações familiares, o teu aniversário e mais um mês na nossa relação (uffa), claro que o post tinha de ser para ti.

 

e para ti, só tenho a dizer:

 

Obrigada!

 

Pelo que me ensinas a cada dia que passa;

Pelo sorriso que me arrancas a cada dia;

Pelos segundos partilhados um com o outro;

Pelas pessoas que começaram a fazer parte do meu dia-a-dia;

Pela segurança que me dás;

Pelos olhares que trocamos;

Pelos lugares que conhecemos;

Pelos mimos que recebemos;

Pelas palavras sempre certas;

Pelos objetivos partilhados;

Pelas histórias que me contas;

Pelos jogos que fazemos;

Pelas refeições que comemos;

Pela vida que construímos;

Pelos obstáculos superados...

 

Pelo amor

 

Buckets de imensamentes

Outra coisa estranha sobre mim - O CAFÉ

Seja verão ou inverno, seja no Alentejo ou no Douro, o que eu digo num café é: “Queria um café e um copo com gelo, se faz favor”.

Não porque tenho calor, muito menos por gostar de dar trabalho.

 

Eu não gosto do sabor do café quente.

 

Ou melhor: Eu adoro o sabor do café, mas não o consigo sentir se ele estiver quente. Aliás, quando o café está quente, a única coisa que sinto, é uma quantidade de líquido a escaldar que me queima a parte de dentro da boca e me deixa a lingua com textura de cortiça.

 

 

Não gosto disso.

 

E porque é que não peço o café frio (ou iced coffee, como os estrangeiros e eruditos lhe chamam)? Porque eu sou daquela espécie em vias de extinção que ainda coloca açucar no café. Logo, se me servirem o café gelado, ele não vai dissolver o açucar com tanta facilidade como quando está quente.

 

Portanto: Café quente (para dissolver o açucar) e copo com gelo (para arrefecer o café). Não é fácil?

Musicodependente

Não consigo viver sem música.

Desde que acordo até que me deito. Música clássica, rock, pimba, popular, pop, ouço de tudo. Gosto de novas tendências.

Gosto muito de música. Não é segredo para ninguém. As pessoas gostam de perguntar qual a banda, artista ou música preferida. Nunca consigo responder. Gosto de músicas que toquem as pessoas, que façam sentir. Não me importa se alegria, se tristeza, se raiva. Alguns artistas fazem-no com letras soberbas, outros com melodias fantásticas, outros pela interpretação, outros pela energia, outros pela mística.

Não há um dia que não ouça música. Cada momento tem uma música associada e cada música evoca um momento. Há músicas que não me diziam nada e agora adoro porque me trazem aquela recordação. Da mesma forma, tenho músicas que em tempos ouvia diariamente e agora só a introdução me causa nervos porque me recorda aquele “caralhos-te-fodam” irritante.

Canto constantemente: seja no banho, no trabalho, no café, na missa, em casamentos, no karaoke (raro, mas depois deste fim de semana, não posso negar), no café, no carro…

No carro… onde faço todo um conjunto de danças à Ruiva. Não sei se são autorizados em espaços públicos (ou mesmo privados, quiçá), mas ainda assim, no meu carro, eu faço.

Portanto a música tem em mim efeitos por vezes relaxantes, por vezes excitantes, por vezes choro desalmadamente, por vezes rio de forma histérica.

Não é isto que faz uma droga?

Sim, sou musicódependente (nada anónima!)

Ausentei-me, é verdade.

Olá pessoas =)

 

Lembram-se do inicio do "Pseudo-verão"? Aquela chuva, trovoada, tempestade tão ... isso mesmo, essa!

Pois bem: por volta das cinco horas da manhã há um trovão que cai aqui muito perto de casa e ficamos sem eletricidade durante uma manhã. Quando a eletricidade volta, verifico se está tudo operacional e ... NÃO HÁ INTERNET.

 

Pois, é isso. Após semanas de reclamações orais, escritas, presenciais, telefonemas sem fim, e horas incontáveis a ouvir a bela música de espera daquelas operadoras fantásticas, vieram trocar-me o router. Isso, quase um mês depois. Portanto... AQUI ESTOU... EXISTO...! E vamos lá tentar repor a situação, com um post normal, logo a seguir a este.

 

Beijinhos!!!!