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Ruiva de Olhos Verdes

Ruiva de Olhos Verdes

Musicodependente

Não consigo viver sem música.

Desde que acordo até que me deito. Música clássica, rock, pimba, popular, pop, ouço de tudo. Gosto de novas tendências.

Gosto muito de música. Não é segredo para ninguém. As pessoas gostam de perguntar qual a banda, artista ou música preferida. Nunca consigo responder. Gosto de músicas que toquem as pessoas, que façam sentir. Não me importa se alegria, se tristeza, se raiva. Alguns artistas fazem-no com letras soberbas, outros com melodias fantásticas, outros pela interpretação, outros pela energia, outros pela mística.

Não há um dia que não ouça música. Cada momento tem uma música associada e cada música evoca um momento. Há músicas que não me diziam nada e agora adoro porque me trazem aquela recordação. Da mesma forma, tenho músicas que em tempos ouvia diariamente e agora só a introdução me causa nervos porque me recorda aquele “caralhos-te-fodam” irritante.

Canto constantemente: seja no banho, no trabalho, no café, na missa, em casamentos, no karaoke (raro, mas depois deste fim de semana, não posso negar), no café, no carro…

No carro… onde faço todo um conjunto de danças à Ruiva. Não sei se são autorizados em espaços públicos (ou mesmo privados, quiçá), mas ainda assim, no meu carro, eu faço.

Portanto a música tem em mim efeitos por vezes relaxantes, por vezes excitantes, por vezes choro desalmadamente, por vezes rio de forma histérica.

Não é isto que faz uma droga?

Sim, sou musicódependente (nada anónima!)